Only Jane's...




terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Cada um sabe amar a seu modo. O modo pouco importa, o importante é que saiba amar...


Se eu pudesse descrever o amor, eu assim o faria...
Mas tanta gente já falou sobre o amor, que acabou se tornando lugar comum...
Talvez eu não conheça as palavras, talvez eu não saiba usá-las.

A ciência moderna afirma que o amor causa reações químicas. Quando a pessoa fica apaixonada, seu organismo produz grandes doses de três substâncias: dopamina, norepinefrina e feniletilamina. São anfetaminas naturais que provocam euforia e podem causar dependência.

Amar é um sentimento tão particular, que se perde na grandeza interior de quem sente e de quem desperta esse sentimento.
Quando a gente ama, a gente quer ter um pedacinho da pessoa amada com a gente. Quer dividir tardes ensolaradas, caminhadas no parque, cinema no fim de semana, beijos apaixonados, jantares românticos que podem ser aquele lanche naquele lugar sem graça, porque na verdade, o que faz o lugar ter graça, a vida ter cor é a pessoa que se ama.

Quem ama vê a beleza nos dias frios e carrancudos, quando a chuva não quer cessar.
Quem ama, acha sábado à tarde e segunda-feira de manhã os melhores dias da semana se é com a pessoa amada que se está.

O amor é um sentimento insano mesmo, porque a gente faz loucuras, não mede esforços. Talvez nos falte a sensatez...

Por amor, a gente vira a noite em frente a uma tela de computador, gasta o que não tem, faz planos...

Dizem que é necessário um instante para amar uma pessoa e a vida inteira para esquecê-la...
Eu não sei, não posso afirmar, nem mesmo concordar com isso porque eu não me lembro dos meus “amores”, talvez eu nunca tenha amado alguém de verdade...
Eu ainda vou pensar sobre o amor, esse sentimento nobre que faz o plebeu virar rei e o feio tornar-se belo...
Se eu tiver algum outro insight a respeito eu volto aqui e divido com você... Você mesmo que por acaso passou por aqui e perdeu seu tempo lendo as minhas divagações...